BLESSED IS THE ONE WHO TRUSTS IN HIM
"Keep your lives free from the love of money, and be content with what you have, because He has said, “I will never leave you; I will always be by your side."
- Hebrews 13:5 -“I will never leave you; I will always be by your side.” This is one of the many promises that God has made us. However, will the promises of God always be fulfilled in our lifetimes? No. I tell you this, because I have some that have not yet been fulfilled.
However, it is not about these that I will speak. Not that they are not of great importance. It was these that made me see that it was me who prevented them from being fulfilled when, because of my small faith, I pretentiously wanted to solve everything by myself. In my prayers, I asked, "My God, help me" and I immediately decided that I was going to help God solve my problem. Needless to say that the solutions I found were not always what God had in mind for me.
God was opening my eyes and often gifted me with solutions that were humanly impossible to achieve, as if to say: "You see? I want to help you. You just have to trust me!"
The monthly budget was very tight. It was the start of school; the purchase of books and school supplies, clothes for Catarina - who continues to grow; Martha had just had braces fitted (which, judging by the price, should have been made of some type of precious material) and would have monthly consultations at the dentist, also expensive. There was more: the car needed two tires, which were already worn out and with the arrival of rain, it would have been irresponsible not to change them.
Monthly expenses were calculated, squeezing here, stretching there, everything had to fit into the budget.
Then it happened: I got sick. Drat! Why just then!? Now that we were without savings! Moreover, in the previous month, we also had some setbacks which forced us to make use of our savings: Simba fell ill and the bill from the veterinary clinic resembled a stay in a five star hotel. Some of our home appliances also decided to break down at the same time and the car, which was usually well behaved, decided to break a pipe of "priceless" rubber. Our savings were gone. There are times like this when it seems that everything happens at the same time (maybe God allows it to show us things we cannot see when all is well).
And now this! I was on sick leave and with no savings. "My God, help me. You know we have bills to pay." Soon after, I thought, "I cannot return tithe this month. With so many expenses, how can I take this amount from my salary!?"
I immediately felt ashamed of this thought. How was it possible, after all I had received from Him, that I still doubted the love, care and power of God? "Father, forgive my little faith. The tithes are not mine. They belong to You. “I will never leave you; I will always be by your side.”
In the following days, the bills kept coming: water, telephone, Internet and even the electricity adjustment. Luis left home to go to the ATM to pay. He came back with the electricity account in his hand and that expression on his face: there-is-something-strange-but-I-don't-know-exactly-what.
With great care and out of the corner of my eye, I peeked at the bill’s total. "WHAT? HOW? How will we, this month, pay a bill like this? The equivalent of half of my salary!" He said wide-eyed, "It is not to pay! It is to receive!"
“He said wide-eyed,
"It is not to pay! It is to receive!"”
Exactly half of my salary. I would be on sick leave for half of that month.
“Look to Him and shine, so shame will never contort your faces.
This poor soul cried, and the Eternal heard me. He rescued me from my troubles.
The messenger of the Eternal God surrounds everyone who walks with Him and is always there to protect and rescue us.
Taste of His goodness; see how wonderful the Eternal truly is. Anyone who puts trust in Him will be blessed and comforted.” (Psalms 34:5-8)
God always keeps His promises. He can do anything for us, as long as we put our trust in Him.
- Portugal -
“Não te deixarei , nem te desampararei.” Esta é uma de muitas promessas que Deus nos fez. Mas, cumprir-se-ão, sempre, as promessas de Deus em nossa vida? Não. Digo-vos eu, que já as vi, algumas vezes, não se cumprindo na minha vida.
Mas não é dessas que vou falar. Não que não sejam de grande importância. Foram elas que me fizeram ver que fui sempre eu quem impediu que se cumprissem, quando, por causa da minha pouca e deficiente confiança, pretensiosamente, quis resolver tudo sozinha. Nas minhas orações pedia: “Meu Deus, ajuda-me” e logo decidia que ia ajudar Deus a resolver o meu problema. Escusado será dizer que as soluções por mim encontradas, nem sempre eram as que Deus tinha em mente para mim.
Então, Deus foi-me abrindo os olhos e, muitas vezes, foi-me presenteando com soluções que humanamente eram impossíveis de concretizar, como que a dizer-me: “Estás a ver? Eu quero ajudar-te. Só tens de confiar em mim!”
O orçamento mensal estava bastante “apertado”. Foi o início das aulas; a compra dos livros e materiais escolares, roupas para a Catarina, que não pára de crescer, a Marta tinha acabado de colocar o aparelho nos dentes, (que deve ter sido feito de algum material precioso, a avaliar pelo preço) e, as consultas mensais no dentista, igualmente caras. Havia mais: O carro precisava de dois pneus; aqueles já estavam muito gastos e, com a chegada da chuva, era irresponsabilidade mantê-los.
Contas feitas; apertava-se aqui, esticava-se ali, tudo se havia de resolver.
Foi então que aconteceu; adoeci. Bolas! Logo agora? Agora que estávamos sem economias! É que no mês anterior também tivemos alguns contra tempos que nos obrigaram a recorrer às poupanças: O Simba adoeceu e a conta da clínica veterinária assemelhou-se a uma estadia num Hotel de cinco estrelas, alguns eletrodomésticos cá de casa também combinaram avariar ao mesmo tempo e, o carro, que até se costuma portar bem, decidiu romper uns tubinhos de borracha “valiosíssima”. Foram-se as economias. Há alturas assim, em que parece que tudo acontece ao mesmo tempo. (Se calhar Deus permite que assim seja para nos mostrar coisas que não conseguimos ver quando tudo está bem).
E agora isto! De baixa e sem economias. “ Meu Deus, ajuda-me. Tu sabes que nós temos contas para pagar.” Logo a seguir pensei: “Não posso devolver o dízimo este mês. Com tantas despesas, como posso tirar esta quantia do meu ordenado!?”
Imediatamente senti vergonha deste pensamento. Como é que era possível, depois de tudo o que já tinha recebido d’Ele, ainda duvidar do amor, do cuidado e do poder de Deus? “Pai perdoa-me a minha pouca fé. Os dízimos não são meus. Pertencem-Te”. “Eu nunca Te desampararei, nem te abandonarei”.
Nos dias seguintes as contas foram chegando; água, telefone, Internet e ainda o acerto da eletricidade. O Luís saiu para ir ao multibanco pagar. Chegou a casa com a conta da luz na mão e aquela cara de, passa-se-alguma-coisa-estranha-que-não-sei-bem-o-quê.
Com muito cuidado e pelo canto do olho espreitei o total da conta. “O QUÊ? Mas como? Como é que vamos, este mês, pagar uma conta dessas? O equivalente a metade do meu ordenado!” Ele respondeu de olhos arregalados: “Não é para pagar. É para receber.”
Metade do meu ordenado. A metade do mês que eu estive de baixa médica.
“Os que olham para Ele ficarão radiantes; e nunca se sentirão desapontados.
Quando um pobre invoca o Senhor, Ele atende-o e liberta-o de todas as suas angústias.
O anjo do senhor envolve os que o honram e livra-os do perigo.
Provem e vejam como o Senhor é bom; feliz o homem que n’Ele confia!” (Salmos 34:5-8)
Deus sempre cumpre Suas promessas. Basta-nos confiar.
- Portugal -
FELIZ O HOMEM QUE N’ELE CONFIA
"Sejam os vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque Ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei."
- Hebreus 13:5 -“Não te deixarei , nem te desampararei.” Esta é uma de muitas promessas que Deus nos fez. Mas, cumprir-se-ão, sempre, as promessas de Deus em nossa vida? Não. Digo-vos eu, que já as vi, algumas vezes, não se cumprindo na minha vida.
Mas não é dessas que vou falar. Não que não sejam de grande importância. Foram elas que me fizeram ver que fui sempre eu quem impediu que se cumprissem, quando, por causa da minha pouca e deficiente confiança, pretensiosamente, quis resolver tudo sozinha. Nas minhas orações pedia: “Meu Deus, ajuda-me” e logo decidia que ia ajudar Deus a resolver o meu problema. Escusado será dizer que as soluções por mim encontradas, nem sempre eram as que Deus tinha em mente para mim.
Então, Deus foi-me abrindo os olhos e, muitas vezes, foi-me presenteando com soluções que humanamente eram impossíveis de concretizar, como que a dizer-me: “Estás a ver? Eu quero ajudar-te. Só tens de confiar em mim!”
O orçamento mensal estava bastante “apertado”. Foi o início das aulas; a compra dos livros e materiais escolares, roupas para a Catarina, que não pára de crescer, a Marta tinha acabado de colocar o aparelho nos dentes, (que deve ter sido feito de algum material precioso, a avaliar pelo preço) e, as consultas mensais no dentista, igualmente caras. Havia mais: O carro precisava de dois pneus; aqueles já estavam muito gastos e, com a chegada da chuva, era irresponsabilidade mantê-los.
Contas feitas; apertava-se aqui, esticava-se ali, tudo se havia de resolver.
Foi então que aconteceu; adoeci. Bolas! Logo agora? Agora que estávamos sem economias! É que no mês anterior também tivemos alguns contra tempos que nos obrigaram a recorrer às poupanças: O Simba adoeceu e a conta da clínica veterinária assemelhou-se a uma estadia num Hotel de cinco estrelas, alguns eletrodomésticos cá de casa também combinaram avariar ao mesmo tempo e, o carro, que até se costuma portar bem, decidiu romper uns tubinhos de borracha “valiosíssima”. Foram-se as economias. Há alturas assim, em que parece que tudo acontece ao mesmo tempo. (Se calhar Deus permite que assim seja para nos mostrar coisas que não conseguimos ver quando tudo está bem).
E agora isto! De baixa e sem economias. “ Meu Deus, ajuda-me. Tu sabes que nós temos contas para pagar.” Logo a seguir pensei: “Não posso devolver o dízimo este mês. Com tantas despesas, como posso tirar esta quantia do meu ordenado!?”
Imediatamente senti vergonha deste pensamento. Como é que era possível, depois de tudo o que já tinha recebido d’Ele, ainda duvidar do amor, do cuidado e do poder de Deus? “Pai perdoa-me a minha pouca fé. Os dízimos não são meus. Pertencem-Te”. “Eu nunca Te desampararei, nem te abandonarei”.
Nos dias seguintes as contas foram chegando; água, telefone, Internet e ainda o acerto da eletricidade. O Luís saiu para ir ao multibanco pagar. Chegou a casa com a conta da luz na mão e aquela cara de, passa-se-alguma-coisa-estranha-que-não-sei-bem-o-quê.
Com muito cuidado e pelo canto do olho espreitei o total da conta. “O QUÊ? Mas como? Como é que vamos, este mês, pagar uma conta dessas? O equivalente a metade do meu ordenado!” Ele respondeu de olhos arregalados: “Não é para pagar. É para receber.”
“Ele respondeu de olhos arregalados:
"Não é para pagar. É para receber."”
Metade do meu ordenado. A metade do mês que eu estive de baixa médica.
“Os que olham para Ele ficarão radiantes; e nunca se sentirão desapontados.
Quando um pobre invoca o Senhor, Ele atende-o e liberta-o de todas as suas angústias.
O anjo do senhor envolve os que o honram e livra-os do perigo.
Provem e vejam como o Senhor é bom; feliz o homem que n’Ele confia!” (Salmos 34:5-8)
Deus sempre cumpre Suas promessas. Basta-nos confiar.
- Portugal -
